domingo, 24 de março de 2013

MERIDIANOS E PARALELOS



Meridiano, em geografia, é a linha imaginária que resulta de um corte efectuado num modelo geométrico da Terra por um plano que contém o seu centro. Quando esse modelo é uma esfera, o meridiano é uma semi-circunferência (180º graus); quando é um elipsóide de revolução, é uma semielipse. Em ambos os casos, o meridiano contém os pólos e é perpendicular a todos os paralelos e ao equador.
Ao conjunto de dois meridianos opostos, formando uma circunferência ou uma elipse, conforme o caso, chama-se círculo meridiano. Cada círculo meridiano contém, portanto, um meridiano e o respectivo antimeridiano ou meridiano contrário. Em cada meridiano, a longitude é constante. A posição sobre um determinado meridiano é dada pela latitude.
Meridiano internacional é aquele que é utilizado, por convenção internacional, como origem para a contagem das longitudes. É, desde, 1884, o meridiano que passa pelo Observatório de Greenwich, Inglaterra. Sobre o meridiano que passa por Greenwich, a longitude é igual a zero, contando-se para Leste (positiva) e para Oeste deste (negativa). Sobre o antimeridiano de Greenwich, também conhecido por Linha Internacional de Mudança de Data, a longitude é igual a 180º.
O termo "meridiano" vem do latim meridies, que significa, literalmente, "linha que une os lugares que têm o meio-dia ao mesmo tempo" ou, apenas, "a linha do meio-dia". Ficará claro, portanto, por que um meridiano geográfico, ou linha do meio-dia, não é um círculo máximo, mas sim um semicírculo máximo, ou arco de 180 graus. O Sol cruza um dado meridiano a meio caminho entre a hora do nascer-do-sol e a do pôr-do-sol naquele meridiano; no meridiano oposto, ou antimeridiano, é meia-noite. A mesma raiz latina deu origem aos termos Ante Meridiem (AM), antes do meio-dia, e Post Meridiem (PM), depois do meio-dia.Paralelo (ou paralelo geográfico) é todo o círculo menor perpendicular ao Eixo terrestre e, portanto, paralelo ao Equador. Sobre um determinado paralelo, a latitude é constante. A posição em cada paralelo é medida através da longitude. Sobre o equador, a latitude é igual a zero, medindo-se de 0º a 90º, para norte (positiva) e para sul deste (negativa).
  • Paralelo geodésico de um lugar é aquele que é definido sobre um modelo geodésico da Terra, sobre o qual a latitude representada nos mapas (latitude geodésica) é constante.
  • Paralelo astronómico de um lugar é a linha imaginária à superfície da Terra, sobre a qual a latitude astronómica é constante. Devido às irregularidades do geóide, os paralelos astronómicos são linhas irregulares, não coincidentes com qualquer paralelo geográfico.



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

MATÉRIA ÉTICA


Ética
ÉticaSaiba o que é ética, definição, código de ética, conceito de ética e links relacionados 
ética
Ética: valores morais e princípios social


Saiba o que é ética, definição, código de ética, conceito de ética e links relacionados 

ética 

Definição

O termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social.
A ética é construída por uma sociedade com base nos valores históricos e culturais. Do ponto de vista da Filosofia, a Ética é uma ciência que estuda os valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos. 
Códigos de ética 
Cada sociedade e cada grupo possuem seus próprios códigos de ética. Num país, por exemplo, sacrificar animais para pesquisa científica pode ser ético. Em outro país, esta atitude pode desrespeitar os princípios éticos estabelecidos. Aproveitando o exemplo, a ética na área de pesquisas biológicas é denominada bioética.
A ética em ambientes específicos 
Além dos princípios gerais que norteiam o bom funcionamento social, existe também a ética de determinados grupos ou locais específicos. Neste sentido, podemos citar: ética médica, ética profissional (trabalho), ética empresarial, ética educacional, ética nos esportes, ética jornalística, ética na política, etc.
Antiética 
Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.
__________________________________Links relacionados 

  
Ética Profissional - o que é, vantangens para empresas e funcionários, exemplos de atitudes éticas no ambiente de trabalho.
  
Ética e Cidadania - temas, democracia, política
  
Platão - Filosofia e biografia 
  
Aristóteles- Filosofia e biografia
  
Livros sobre Ética
  
Filosofia - Filósofos, Escolas Filosóficas e História da Filosofia 

SISTEMA SOLAR


O nosso sistema solar consiste de uma estrela média, a que chamamos o Sol, os planetas Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno e Plutão. Inclui: os satélites dos planetas; numerosos cometas, asteróides, e meteoróides; e o espaço interplanetário. O Sol é a fonte mais rica de energia electromagnética (principalmente sob a forma de calor e luz) do sistema solar. A estrela conhecida mais próxima do Sol é uma estrela anã vermelha chamada Proxima Centauri, à distância de 4.3 anos-luz. O sistema solar completo, em conjunto com as estrelas locais visíveis numa noite clara, orbitam em volta do centro da nossa galáxia, um disco em espiral com 200 biliões de estrelas a que chamamos Via Láctea. A Via Láctea tem duas pequenas galáxias orbitando na proximidade, que são visíveis do hemisfério sul. Têm os nomes de Grande Nuvem de Magalhães e Pequena Nuvem de Magalhães. A galáxia grande mais próxima é a Galáxia de Andromeda. É uma galáxia em espiral, tal como a Via Láctea, mas é 4 vezes mais massiva e está a 2 milhões de anos-luz de distância. A nossa galáxia, uma de biliões de galáxias conhecidas, viaja pelo espaço intergaláctico.
Os planetas, a maior parte dos satélites dos planetas e os asteróides giram em volta do Sol na mesma direcção, em órbitas aproximadamente circulares. Se olharmos de cima do polo norte solar, os planetas orbitam num sentido anti-horário. Os planetas orbitam o Sol num mesmo plano, ou próximo, chamado a eclíptica. Plutão é um caso especial, porque a sua órbita é a mais inclinada (18 graus) e a mais elíptica de todos os planetas. Por isso, durante uma parte da sua órbita, Plutão está mais perto do Sol do que Neptuno. O eixo de rotação da maior parte dos planetas é aproximadamente perpendicular à eclíptica. As excepções são Úrano e Plutão, que estão inclinados para um lado.

Composição do Sistema Solar

O Sol contém 99.85% de toda a matéria do Sistema Solar. Os planetas, que se condensaram a partir do mesmo disco de matéria de onde se formou o Sol, contêm apenas 0.135% da massa do sistema solar. Júpiter contém mais do dobro da matéria de todos os outros planetas juntos. Os satélites dos planetas, cometas, asteróides, meteoróides e o meio interplanetário constituem os restantes 0.015%. A tabela seguinte é uma lista da distribuição de massa no nosso Sistema Solar.
  • Sol: 99.85%
  • Planetas: 0.135%
  • Cometas: 0.01% ?
  • Satélites: 0.00005%
  • Planetas Menores: 0.0000002% ?
  • Meteoróides: 0.0000001% ?
  • Meio Interplanetário: 0.0000001% ?

Espaço Interplanetário

Quase todo o sistema solar, em volume, parece ser um vazio completo. Longe de ser um nada absoluto, este "espaço" vácuo compõe o meio interplanetário. Inclui diversas formas de energia e pelo menos dois componentes materiais: poeira interplanetária e gás interplanetário. A poeira interplanetária consiste de partículas sólidas microscópicas. O gás interplanetário é um ténue fluxo de gás e de partículas carregadas, principalmente protões e electrões -- plasma -- que flui do Sol, chamado ovento solar.
O vento solar pode ser medido de uma nave espacial, e tem um efeito importante sobre as caudas dos cometas. Também tem um efeito mensurável no movimento das naves espaciais. A velocidade do vento solar é cerca de 400 quilómetros (250 milhas) por segundo nas proximidades da órbita da Terra. O ponto em que o vento solar atinge o meio interestelar, que é o vento "solar" de outras estrelas, é denominado heliopausa. É uma fronteira teórica aproximadamente circular ou em forma de lágrima, que marca o limite da influência solar, talvez a 100 UA do Sol. O espaço entre os limites da heliopausa, que contém o Sol e os planetas solares, é denominado heliosfera.
O campo magnético solar estende-se para além do espaço interplanetário; pode ser medido na Terra e por naves espaciais. O campo magnético solar é o campo magnético dominante em todas as regiões interplanetárias do sistema solar, excepto nas imediações dos planetas que têm os seus próprios campos magnéticos.

 Os Planetas Terrestres

Os planetas terrestres são os quatro planetas mais interiores no sistema solar, Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. São denominados de terrestres, porque têm uma superfície compacta rochosa tal como a Terra. Os planetas Vénus, Terra e Marte têm atmosferas significativas enquanto Mercúrio a tem quase nula.. O diagrama seguinte mostra a distância aproximada dos planetas terrestres ao Sol.

Os Planetas Jupiterianos

Júpiter, Saturno, Úrano, e Neptuno são conhecidos por planetas Jupiterianos, ou Jovianos (semelhantes a Júpiter, ou Jove), porque são todos gigantescos comparados com a Terra, e têm uma natureza gasosa tal como Júpiter. Os planetas Jovianos também são referidos como os gigantes gasosos, apesar de alguns ou todos poderem possuir pequenos núcleos sólidos. O diagrama seguinte mostra a distância aproximada dos planetas Jovianos ao Sol.

Animação do Sistema Solar


Vistas do Sistema Solar

A Nossa Galáxia Via Láctea
Esta imagem da nossa galáxia, a Via Láctea, foi tirada com auxílio do Diffuse Infrared Background Experiment (DIRBE), do Cosmic Background Explorer (COBE), da NASA. Esta imagem inédita mostra a Via Láctea numa perspectiva lateral com o polo norte galáctico em cima, o polo sul em baixo e o centro galáctico no centro. A figura combina imagens obtidas em vários comprimentos de onda próximo do infra-vermelho. As estrelas da nossa galáxia são a fonte dominante de luz nestes comprimentos de onda. Mesmo sendo o nosso sistema solar uma parte da Via Láctea, esta vista parece ter sido obtida de longe porque grande parte da luz vem da população de estrelas que estão mais próximas do centro galáctico do que o nosso Sol. (Cortesia NASA) 

A Galáxia de Andrómeda, M31
A Galáxia de Andrómeda, M31, está a uma distância de 2.3 milhões de anos-luz, sendo por isso a galáxia grande mais próxima da nossa Via Láctea. M31 domina o pequeno grupo de galáxias (de que a nossa Via Láctea também faz parte), e pode ser vista a olho nu como uma "nuvem" alongada com o comprimento de uma Lua cheia. Tal como a Via Láctea, M31 é um disco de estrelas gigante em forma de espiral, com uma concentração de estrelas mais velhas no centro em forma de bolbo. Sabe-se de há muito tempo que a M31 tem no centro um grupo brilhante e extremamente denso com alguns milhões de estrelas aglomeradas. (Cortesia Jason Ware) 

Obliquidade dos Nove Planetas
Esta ilustração mostra a obliquidade dos nove planetas. Obliquidade é o ângulo entre o plano equatorial de um planeta e o seu plano orbital. Pela convenção da União Astronómica Internacional (UAI), o polo norte de um planeta está acima do plano da elíptica. Por esta convenção, Vénus, Úrano e Plutão têm uma rotação retrógrada, ou uma rotação na direcção oposta em relação aos outros planetas. (Copyright 1999 por Calvin J. Hamilton) 

O Sistema Solar
Durante as últimas três décadas uma miríade de exploradores espaciais escaparam aos confins do planeta Terra e foram descobrir os nossos vizinhos planetários. Esta imagem mostra o Sol e todos os nove planetas do sistema solar tal como foram vistos pelos exploradores do espaço. Começando no canto superior esquerdo está o Sol seguido pelos planetas Mercúrio, Vénus, Terra,Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno, e Plutão. (Copyright 1998 by Calvin J. Hamilton) 

O Sol e os Planetas
Esta imagem mostra o Sol e os nove planetas aproximadamente à escala. A ordem destes corpos é: Sol, Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno e Plutão.(Copyright Calvin J. Hamilton) 

Os Planetas Jovianos ou Jupiterianos
Esta imagem mostra os planetas jovianos Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno aproximadamente à escala. Os planetas têm o nome de jovianos pela sua aparência gigantesca como a de Júpiter.(Copyright Calvin J. Hamilton) 

As Maiores luas e os Menores Planetas
Esta imagem mostra as dimensões relativas das maiores luas e dos menores planetas do sistema solar. Os maiores satélites representados nesta imagem são: Ganímedes (5262 km), Titan (5150 km), Calisto (4806 km), Io (3642 km), a Lua (3476 km), Europa (3138 km), Tritão (2706 km), e Titânia (1580 km). Ganímedes e Titan são maiores do que o planeta Mercúrio seguidos por Io, a Lua, Europa e Tritão que são maiores que o planeta Plutão. (Copyright Calvin J. Hamilton) 

Diagrama de Fotos
Em 14 de Fevereiro de 1990, as câmaras da Voyager 1 apontaram para o Sol e fizeram uma série de fotografias do Sol e dos planetas, fazendo o primeiro "retrato" do nosso sistema solar conforme é visto de fora. Esta imagem é um diagrama do modo como as diversas fotos do sistema solar foram feitas. (Cortesia NASA/JPL) 

Todas as Fotos do Retrato de Família
Esta imagem mostra a série de fotografias do Sol e dos planetas feitas em 14 de Fevereiro de 1990, para o retrato de família do sistema solar conforme é visto de fora. Durante o percurso seguido, para o total de 60 fotos tiradas, a nave Voyager 1 fez diversas fotos do interior do sistema solar de uma distância de aproximadamente 6.4 biliões de quilómetros (4 biliões de milhas) e a cerca de 32° acima do plano da eclíptica. Neste mosaico, trinta e nove fotos em grande angular ligam seis dos planetas do nosso sistema solar. O que está mais longe, Neptuno, está 30 vezes mais longe do Sol que a Terra. O nosso Sol aparece como o objecto brilhante no centro do círculo de fotos. As inserções mostram os planetas ampliados várias vezes. (Cortesia NASA/JPL) 

Retrato do Sistema Solar
Estas seis imagens coloridas em ângulo fechado foram feitas do primeiro "retrato" do sistema solar tirado pela Voyager 1, que estava a mais de 6.4 biliões de quilómetros (4 biliões de milhas) daTerra e a cerca de 32° acima do plano da eclíptica. Mercúrio está perto demais do Sol para poder ser visto. Marte não foi detectado pelas câmaras da Voyager devido à dispersão da luz solar na objectiva, e Plutão não foi incluído no mosaico por causa do seu pequeno tamanho e da distância ao Sol. Estas imagens, da esquerda para a direita e de cima para baixo, são Vénus, Terra,Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno. (Cortesia NASA/JPL) 

Resumo sobre o Sol e os Planetas

A tabela seguinte lista informações estatísticas do Sol e dos planetas:
Distância
(UA)
Raio
(Terra)
Massa
(Terra)
Rotação
(Terra)
# LuasInclinação
Orbital
Excentricidade
Orbital
ObliquidadeDensidade
(g/cm3)
Sol0109332,80025-36*9---------1.410
Mercúrio0.390.380.0558.8070.20560.1°5.43
Vénus0.720.950.8924403.3940.0068177.4°5.25
Terra1.01.001.001.0010.0000.016723.45°5.52
Marte1.50.530.111.02921.8500.093425.19°3.95
Júpiter5.2113180.411161.3080.04833.12°1.33
Saturno9.59950.428182.4880.056026.73°0.69
Úrano19.24170.748150.7740.046197.86°1.29
Neptuno30.14170.80281.7740.009729.56°1.64
Plutão39.50.180.0020.267117.150.2482119.6°2.03

* O período de rotação do Sol à superfície varia de aproximadamente 25 dias no equador até 36 dias nos polos. No interior, abaixo da zona de convecção, parece rodar com um período de 27 dias.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

EDUCAÇÃO



Programas
Os programas do Instituto Ayrton Senna são soluções educacionais que ajudam a combater os principais problemas da educação pública do País. E contemplam três grandes áreas: educação formal, educação complementar e educação e tecnologia.
Implementados em grande escala com estratégias e metas pré-definidas, os programas recebem acompanhamento e avaliações sistemáticas para alcançar um único objetivo: o sucesso do aluno na escola.
Todos os programas oferecem subsídios para que a criança e o jovem possam desenvolver seus potenciais. Por isso, trabalham as competências pessoais, cognitivas, relacionais e produtivas.
Os gestores educacionais e os professores recebem capacitação e uma equipe acompanha o passo a passo dos programas para que qualquer problema possa ser resolvido durante o processo, sem comprometer o aprendizado do aluno. As famílias são mobilizadas a participar da formação de seus filhos.
Educação Formal
Esta área tem como foco a gestão da educação em quatro esferas: aprendizagem, ensino, rotina escolar e política educacional. Os Programas são aplicados nas redes de ensino (municipais e estaduais) com o objetivo de superar os principais problemas que impedem o sucesso dos alunos, como o analfabetismo, a defasagem idade e série e o abandono escolar, através de propostas organizacionais e ferramentas eficazes disponibilizadas às secretarias de educação e unidades escolares, de forma a otimizar os recursos humanos, materiais, financeiros e pedagógicos disponíveis.
Educação Complementar
O horário alternado ao da escola nem sempre é preenchido com opções que realmente façam diferença na vida do aluno, permitindo que este se desenvolva plenamente. Pensando nisso, o Instituto criou soluções educacionais aplicáveis no turno em que a criança e o jovem não estão em aula ou para aqueles que estudam em escolas de tempo integral. São programas que trazem metodologias inovadoras que utilizam a arte, o esporte e um trabalho focado no desenvolvimento dos jovens para que possam fortalecer competências e habilidades essenciais ao seu dia a dia.
Educação e Tecnologia
  A inclusão digital é necessária. Por isso, é preciso realizá-la de uma forma mais ampla que contemple prática e conhecimento. Não adianta saber lidar com o computador, plugar na internet, navegar em sites sem transformar isso em aprendizado e em oportunidade para melhor inserção no mercado de trabalho. Nesse sentido, o Instituto criou programas que utilizam a tecnologia para garantir essa inclusão de forma qualificada e que contribua ao aprendizado.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A INCONFIDÊNCIA BAHIANA

Os professores Ubiratan Castro de Araújo, diretor geral da Fundação Pedro Calmon, Patrícia Valim, doutoranda em História pela USP, e autora do artigo "O preço da liberdade", na RHBN, e João Jorge, presidente do Grupo Cultural Olodum, vão se reunir nesta sexta-feira (12) às 17h, no Palácio Rio Branco, em Salvador, para conversar sobre a Revolta dos Búzios – também conhecida como Revolta dos Alfaiates ou Conjuração Baiana –, ocorrida em 1798.
A programação em homenagem aos heróis João de Deus do Nascimento e Manuel Faustino dos Santos Lira, ambos alfaiates, e aos soldados Lucas Dantas de Amorim Torres e Luiz Gonzaga das Virgens e Veiga, começa antes, porém. Às 15h, há uma caminhada da Praça da Piedade, onde eles foram enforcados, até a Praça Municipal.
Depois da palestra dos professores, haverá ainda a abertura da exposição “Revolta dos Búzios, heróis negros do Brasil”, que reúne documentos textuais, manuscritos e livros raros sobre o tema. Também será possível conferir reproduções dos chamados “boletins sediciosos”, que foram afixados nas ruas de Salvador pelos líderes do movimento. Mais informações sobre o evento, clique aqui.
Os quatro homens apontados como líderes do movimento foram mortos no dia 8 de novembro de 1799. Depois, seus corpos ainda foram esquartejados. Para tentar homenagear esses homens que lutaram pela implantação da república e pelo fim da escravidão, desde o dia 4 de março deste ano, seus nomes figuram no Livro dos Heróis Nacionais.
Na manhã do dia 12 de agosto de 1798, a cidade de Salvador se deparou, ao acordar, com uma série de boletins manuscritos afixados em locais públicos. Na esquina da Praça do Palácio, nas paredes da cabana da preta Benedita, na Igreja de São Bento, entre outros locais de grande circulação, os 11 papéis convocavam a população para uma revolução que instituiria uma república democrática no Brasil. Os boletins divulgados anunciavam ainda o fim dos impostos e taxas cobrados pela Coroa de Portugal, o aumento do salário para os soldados, a abertura dos portos para o comércio com as nações amigas, especialmente a França.
Sem dúvida, foi um dos mais importantes movimentos libertários do país. Isto porque representou, ao mesmo tempo, os anseios populares de melhoria de vida e as lutas anticoloniais contra monopólios e privilégios portugueses que prejudicavam as classes médias locais e aumentavam o custo de vida.
Delatados, os conspiradores foram localizados pelas forças portuguesas quando faziam uma reunião. O resultado foi a prisão de 59 pessoas, das quais 34 foram processadas e algumas condenadas ao degredo. Apenas quatro homens, todos negros, receberam a pena de morte. Os membros das classes mais abastadas foram inocentados ou receberam indultos.

FESTA DA BOA VIZINHAÇA CHAVES



Autor da Criaçao Ana Paula Valadão

Autor da Criaçao

Ana Paula Valadão

1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez
Olhe ao seu redor e preste atenção
Queremos cantar sobre a criação
Quem é que fez a natureza tão linda?
Quem será o autor da vida?
Eu sei muito bem, pois ele mora em meu coração, em meu coração.
1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez
No primeiro dia o Senhor ordenou:
"Que haja luz!" - foi o que Ele falou
Houve a separação entre a noite e o dia
As trevas de noite e a luz de dia
Deus olhou e viu que tudo isso era bom, era bom
A luz e as trevas, a noite e o dia
Deus criou no primeiro dia
1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez
No segundo dia, você sabe o que Deus criou?
O firmamento lá no alto colocou
O céu azul colore o nosso dia
E vem pintado de nuvens branquinhas
Deus olhou e viu que tudo isso era bom, era bom
O céu azul, as nuvens branquinhas
Deus criou no segundo dia
1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez
No terceiro dia Deus criou os mares
A terra seca cheia de árvores
A grama verdinha cobriu o chão
E frutas gostosas - a laranja e o mamão
Deus olhou e viu que tudo isso era bom, era bom
A terra e o mar, a grama verdinha
Deus criou no terceiro dia
1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez
E no quarto dia Deus criou o sol
Fez a lua e as estrelinhas
O sol grandão pra o dia governar
E à lua branca, a noite clarear
Deus olhou e viu que tudo isso era bom, era bom
O sol, a lua e as estrelinhas
Deus criou no quarto dia
1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez
No quinto dia Deus encheu o mar
Com peixes grandes e pequenos a nadar
Fez os passarinhos a voar
E todas as aves gostam de cantar
Deus olhou e viu que tudo isso era bom, era bom
Peixes grandes e pequenos no mar
No quinto dia fez às aves, voar
1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez
No sexto dia Deus criou os bichinhos
Animais domésticos - os cães e os gatinhos
Os selváticos como o leão
E os répteis que arrastam no chão
Deus olhou e viu que tudo isso era bom, era bom
Aconteceu naquele mesmo dia
O maior milagre da criação
Do pó da terra Deus formou o homem
E a mulher, com suas próprias mãos
Deus olhou e viu que tudo isso era bom, era muito bom
Os animais, a primeira família
Deus criou no sexto dia
1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez
No sétimo dia Deus descansou
De todo o trabalho que realizou
Foi bom cantar essa canção
Deus é o autor da criação
Eu sei muito bem, pois ele mora em meu coração, em meu coração
1, 2, 3, 4, 5, 6... em apenas seis dias Deus tudo fez